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Parabéns PAMEN Paraíba: 41 anos de serviço aos pequenos

 

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O Sub Regional NE 2 Paraíba, comemora hoje 41 anos de existência, uma data que não pode passar em branco!

Para celebrar os 41 anos da Pamen Nacional e Pamen Paraíba, a arquidiocese PB reúne todas as Pamens num grande encontro na Fundação D. Helder Câmara, onde haverá o resgate da história da Pastoral do Menor, honrando seu fundador D. Luciano Mendes de Almeida, bem como haverá a apresentação dos diversos Projetos que a Pamen desenvolve no Estado.

Segundo o coordenador da Pamen na Arquidiocese de João Pessoa, Pe. Xavier Paolillo, a Pastoral tem uma riqueza de ações que ajudam centenas de crianças e adolescentes: “Temos uma riqueza de projetos e apesar de todas as dificuldades econômicas e estruturais, a Pastoral do Menor continua firme, forte, e resiste às dificuldades porque sente essa responsabilidade de cuidar criança e do adolescente. Importante sempre lembrar que não somos apenas uma Organização Não Governamental, somos um serviço pastoral dentro da Igreja para lembrar a prioridade que os pequeninos têm no coração de Deus, que devem se tornar a nossa prioridade onde for preciso”,  enfatiza Pe. Xavier.

No link abaixo, ouça o depoimento de Pe. Xavier sobre os 41 anos de PAMEN

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REGIONAL NOROESTE CONCLUI FORMAÇÃO DE AGENTES PAMEN

A Pastoral do Menor Regional Noroeste, diocese Guajará Mirim, Paróquia São Miguel Arcanjo, em Rondônia realizou de 28 a 30 de junho processo formativo para novos agentes.

Foram três dias intensos de conhecimentos e aprendizagens sob a mística da PAMEN. 
No dia 28, na Câmara Municipal de São Miguel do Guaporé/RO, a ênfase foi a história da AJASMIG e Pastoral do Menor onde houve depoimentos de profissionais que, quando jovens, passaram pela Pastoral.

Dia 29, o tema foi sobre Situação Irregular e Proteção Integral, palestra ministrada pelo advogado José Aparecido, convidado de Ouro Preto/RO Diocese de Ji-Paraná, Instituto Padre Ezequiel Ramim.
Hoje o foco foi a história da Pamen, Espiritualidade e Mística, com o palestrante Diácono José Bastos.

O coordenador do Regional Noroeste, Arlindo Sabino, declarou sua satisfação com o resultado do evento, especialmente por estar contribuindo com a geração que será o futuro da Pastoral do Menor.

 

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PAMEN e Pastoral Carcerária dão passos para implantar Justiça Restaurativa em Cascavel

A Pastoral do Menor da Arquidiocese de Cascavel-PR, Regional Sul 2, e a Pastoral Carcerária acreditam que processos de mediação ainda são mais eficientes no combate à violência e na promoção de uma cultura de paz. As Pastorais estão juntas na articulação para a criação da Justiça Restaurativa em Cascavel no Paraná.

No último dia 08 de junho, as pastorais realizaram junto a parceiros locais uma Audiência Pública com os atores do Sistema de Justiça e Segurança e diversos atores sociais na Câmara de Vereadores de Cascavel. O objetivo foi traçar diretrizes e ações para implementar a Justiça Restaurativa como política pública no município, em ação conjunta com o Cejusc  (Centro de Conciliação do Poder Judiciário), as secretarias de Educação e Assistência Social do município e ainda, o Núcleo Regional de Ensino. O poder legislativo deverá editar uma lei regulamentando a ação.

As pastorais tem realizado processos formativos acerca da Justiça Restaurativa ofertados para as Dioceses onde estão sediados os  núcleos de base de ambas as pastorais. Até agora, o projeto já capacitou mais de 300 agentes de paz no âmbito do Regional Sul II e do Regional Centro Oeste da CNBB.

A Justiça Restaurativa é uma tecnologia social iniciada no Canadá que estabelece  um processo colaborativo voltado para resolução de um conflito entre as partes envolvidas. No Brasil vem se desenvolvendo em vários Estados, sendo aplicada com diferentes metodologias.

Segundo o Conselho Nacional de Justiça – CNJ, em São Paulo, a Justiça Restaurativa tem sido utilizada em dezenas de escolas públicas e privadas, auxiliando na prevenção e na diminuição do agravamento de conflitos. No Sul, juízes aplicam o método para auxiliar nas medidas socioeducativas cumpridas por adolescentes em conflito com a lei, conseguindo trabalhar jovens que estavam cada vez mais entregues ao caminho do crime. No Distrito Federal, o Programa Justiça Restaurativa é utilizado em crimes de pequeno e médio potencial ofensivo, além dos casos de violência doméstica. Na Bahia e no Maranhão, o método tem solucionado os crimes de pequeno potencial ofensivo, sem a necessidade de prosseguir com processos judiciais.

No Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro e, agora no Paraná, a Pamen apoia e tem participado de eventos para a disseminação da Justiça Restaurativa.

 

 

 

 

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Mariza Alberton, militante da Pastoral do Menor recebe o Prêmio Neide Castanha

marizaA Família Pastoral do Menor no Brasil-CNBB sente-se muito honrada e agradecida à querida Mariza Alberton por toda a sua dedicação à causa da criança e do adolescente e, em especial, pela sua trajetória na Pamen. Hoje, 14 de Maio, às 17:30h, no Auditório Nereu Ramos, Câmara dos Deputados em Brasília-DF, Mariza Albeton será homenageada recebendo o Prêmio Neide Castanha na categoria “Cidadania”.

Mariza Alberton é professora e especialista na Área da Violência contra Crianças e Adolescentes. Tem mais de 20 anos de compromisso junto a Pamen. É atual vice-coordenadora da Pastoral do Menor, Regional Sul 3. Representa a Pamen no Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDICA), onde já ocupou o cargo de Presidente na gestão 2002/2003.

Mariza coordenou o Movimento Estadual Contra Violência e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Rio Grande do Sul.  Tem participado, assiduamente, das Jornadas Estaduais contra a Violência e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes bem como ministrando formação de conselheiros e demais atores da Rede de Proteção e Atendimento à Criança e ao Adolescente.

Foi conselheira Tutelar em Porto Alegre nas duas primeiras gestões (de 1992 a 1998). Assessorou os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Congresso Nacional que tratou de Situações de Violência e Redes de Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Brasil (2003-2004). É Co-autora em várias publicações e autora do livro “Violação da Infância – Crimes Abomináveis: humilham, machucam, torturam e matam!”. Em 2005,  a carioca Mariza Alberton recebeu o título de Cidadã Honorífica de Porto Alegre, em reconhecimento aos relevantes trabalhos na área da infância.

Mariza Alberton, além destas, tem outras várias experiências de incidência política seja de âmbito regional como também nacional.

 Sobre o Prêmio Neide Castanha

O Prêmio que já está em sua 8ª edição é uma homenagem a Neide Castanha, reconhecida defensora dos direitos humanos que dedicou parte de sua vida a lutar contra a violência a que são submetidas crianças e adolescentes no Brasil. A atuação dessa mulher notável fez dela uma singular referência, no Brasil e no mundo, no que diz respeito ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes. Participou ativamente do processo de construção do Estatuto da Criança e do Adolescente e da criação do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Sua atuação foi fundamental no processo de discussão e investigação como membro técnico da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investigou redes de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. Foi fundadora e coordenadora do Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria) e Secretária Executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

Conheça os agraciados da 8ª Edição do Prêmio Neide Castanha

– Boas Práticas: Programa de Pesquisa, Assistência e Vigilância a Violência Rede de Programas de Atenção Integral à violência (PAV ALECRIM);
– Cidadania: Mariza Alberton;
– Comunicação Digital: Coletivo Filhas de Frida;
– Produção de Conhecimento: Livro Infantil “Não me toca, seu boboca!”;
– Protagonismo de Crianças e Adolescentes: Grou Turismo;
– Responsabilidade Social: Fibria Celulose S.A.

Homenagens especiais

Além dos agraciados nas categorias a Comissão Julgadora reconhecerá publicamente em 2018 a Senadora Lídice da Mata e o dramaturgo Walcyr Carrasco.